A carta que eu considerei como se fosse a resposta, dizia o seguinte:
"Annie Melanie 12/05/1950
Annie estou te escrevendo essa carta para te falar que pare de ser tão criança. As pessoas mudam e a cada dia que passa crescemos e temos responsabilidades, e a sua chegou. Estou cansada de suas atitudes, era muito calma com você, mas agora minha paciência se esgotou. Estou errando meu português e escrevendo esta carta totalmente errado, me sinto horrível por isso, mas com você nada fica certo mesmo.
Seu pai, sua mãe e eu conversamos sobre isso, você é sim diferente e não tem que se envergonhar disso, seus amigos de escola são pobres e inúteis, você não precisa ser como eles.
Você querendo ou não vai mudar, não importa o que aconteça. Vai mudar, vai mudar, vai mudar... vai mu"
Srta: V
A palavra vai mudar foi escrita mais de 100 vezes nessa carta. Acho que sem motivo. Pelo o que parece essa Annie tinha alguns problemas sérios para essa mulher falar de modo tão rude com ela, e dizer que está tão cansada do que ela faz.
- Barulho da porta- "Ellie o que está fazendo aqui?"
"Oh, nada pai, achei esse quartinho e resolvi limpar ele"
"Não é pra você entrar aqui, nem sequer chegar perto, fique longe fique longe fique longe, fique longeeeeeeee -ele piscou rapidamente como se tivesse tomado um susto e disse- ... vá comer, sua mãe a está esperando"
-olhei assustada e falei- "Está bem pai, desculpe."
"Tudo bem minha querida"
É impressão minha ou meu pai surtou? Ele parecia aquela mulher da carta, repetindo a frase -fique longe fique longe fique longe- Não interessa o que ele queira, vi que não posso perguntar nada a ele, vou fazer sozinha. - amarrei meus cabelos com uma fita vermelha e desci devagar enquanto escutava meu pai fechando a sala com algumas correntes- ...
Histórias sem fim ....
Nesse blog contarei histórias, cada histórias terá 5 partes. Histórias as vezes alegres, outras vezes tristes, mas com muita fantasia e coisas novas. Espero que gostem de tudo. Obrigada. Atenciosamente, Evy.
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 7 de junho de 2013
A Carta
Tomei um choque... achou que eu ia falar que o boneco criou vida né? Não, quem me dera.
Como eu não estava conseguindo dar vida ao meu "Johnny Depp" resolvi procurar em alguns livros, colocados em uma estante muito velha, que eu achava desnecessária em uma sala de operação. Porque, quando se está fazendo uma operação, pra que diabos iria parar para ler um livro? Pois é, meu pai era um tanto quanto estranho... Mas continuei procurando.
Só que aconteceu uma coisa que durante minha vida toda, só havia visto em filmes de super heróis ou de terror... Na hora que puxei um dos livros que o tema era "Entendendo as ciências do desconhecido" a estante se partiu em dois e virou uma porta. E como sou uma ótima filha eu desci e chamei meu p... mentira, eu entrei!
Era uma sala cheia de "bugigangas" estranhas, objetos que pareciam ser de mil décadas atrás de tão velhos que eram. A maioria dos objetos eu nem sabia como se usava ou para que eram. A sala não era grande coisa, esperava algo melhor vindo de uma estante que abre. Havia um número pequeno de mesas e cadeiras, mais estantes velhas e mofadas, e um painel cheio de fotos amareladas, todas com quase as mesmas pessoas e com as mesmas poses. Mas o mais estranho, era que eu parecia ter visto cada uma destas pessoas em algum lugar ... só não me lembro onde.
O painel de fotos estava em cima de um armário quebrado. Resolvi olhar... E o que achei foram dezenas de cartas amareladas todas sem destino, apenas com o nome de quem escreveu e a data. Como eu estava sem ter o que fazer resolvi ler uma em especial, escrita por Annie Melanie na data de 14 de Abril de 1950. Que dizia:
"Eu não devia estar escrevendo esta carta, mas eu não aguento mais guardar essa dor imensa dentro de mim, sinto que estou morrendo a cada dia que passa. As vezes penso que uma garota de 10 anos nunca deveria ter passado o que eu passei... e as pessoas? .... AH , as pessoas só prestaram para jogar tudo na minha cara, tudo o que eu fiz ou deixei de fazer, esqueceram que eu era apenas uma criança. E ainda sou! Cresci o que não deveria ter crescido, olho meus antigos amigos de colégio e vejo eles brincado felizes, por que eu não posso ser assim? Felicidade é algo que se adquire com o tempo ou temos que conquista-la? Eu não aguento mais, já chega!" Fim da carta.
Tá... o que foi isso exatamente? - Fiquei perplexa por uns 3 minutos, só pensando no que essa menina fez, e o porque se martirizava tanto.... - A resposta deve estar em alguma dessas cartas.... Até que achei....
Como eu não estava conseguindo dar vida ao meu "Johnny Depp" resolvi procurar em alguns livros, colocados em uma estante muito velha, que eu achava desnecessária em uma sala de operação. Porque, quando se está fazendo uma operação, pra que diabos iria parar para ler um livro? Pois é, meu pai era um tanto quanto estranho... Mas continuei procurando.
Só que aconteceu uma coisa que durante minha vida toda, só havia visto em filmes de super heróis ou de terror... Na hora que puxei um dos livros que o tema era "Entendendo as ciências do desconhecido" a estante se partiu em dois e virou uma porta. E como sou uma ótima filha eu desci e chamei meu p... mentira, eu entrei!
Era uma sala cheia de "bugigangas" estranhas, objetos que pareciam ser de mil décadas atrás de tão velhos que eram. A maioria dos objetos eu nem sabia como se usava ou para que eram. A sala não era grande coisa, esperava algo melhor vindo de uma estante que abre. Havia um número pequeno de mesas e cadeiras, mais estantes velhas e mofadas, e um painel cheio de fotos amareladas, todas com quase as mesmas pessoas e com as mesmas poses. Mas o mais estranho, era que eu parecia ter visto cada uma destas pessoas em algum lugar ... só não me lembro onde.
O painel de fotos estava em cima de um armário quebrado. Resolvi olhar... E o que achei foram dezenas de cartas amareladas todas sem destino, apenas com o nome de quem escreveu e a data. Como eu estava sem ter o que fazer resolvi ler uma em especial, escrita por Annie Melanie na data de 14 de Abril de 1950. Que dizia:
"Eu não devia estar escrevendo esta carta, mas eu não aguento mais guardar essa dor imensa dentro de mim, sinto que estou morrendo a cada dia que passa. As vezes penso que uma garota de 10 anos nunca deveria ter passado o que eu passei... e as pessoas? .... AH , as pessoas só prestaram para jogar tudo na minha cara, tudo o que eu fiz ou deixei de fazer, esqueceram que eu era apenas uma criança. E ainda sou! Cresci o que não deveria ter crescido, olho meus antigos amigos de colégio e vejo eles brincado felizes, por que eu não posso ser assim? Felicidade é algo que se adquire com o tempo ou temos que conquista-la? Eu não aguento mais, já chega!" Fim da carta.
Tá... o que foi isso exatamente? - Fiquei perplexa por uns 3 minutos, só pensando no que essa menina fez, e o porque se martirizava tanto.... - A resposta deve estar em alguma dessas cartas.... Até que achei....
sábado, 25 de maio de 2013
A invenção
"Castelos normalmente habitados pela realeza, certo? Não, errado! Em nossa imaginação castelos podem ser habitados por qualquer um, até por pessoas pobres e ... " "ELLIE, PARE DE LER ALTO QUE ESTOU QUERENDO DORMIR!!!" "MÃE, eu estou escrevendo, não apenas lendo... estou usando minha imaginação" "USE SUA IMAGINAÇÃO CALADA!" Meerda de vida que não consigo nem escrever uma história revolucionária em paz ... Aaaff
Ok, vou começar de novo, só que quieta por que né...
Moro em um castelo, meu nome é Ellie. Meu pai é cientista e minha mãe uma dentista. Moramos em um castelo por que meu pai não é um cientista comum, mas o cientista mais conhecido na cidade, o nome dele é Hélio e ele é o pai mais legal do mundo! Sim, ele realmente é o pai mais legal, ao contrário de minha mãe, ele me ajuda quando preciso e me dá CARINHO DE VERDADE SABE, MEU PAI ME DÁ CARINHOOO ... "CAALA BOCA MENINA ATENTADA" ... kkkk amo atormentar minha mãe. Minha mãe se chama Marie, ela é muito mas muito brava, o que não acho muito normal para uma dentista. Mas cuida super bem de mim e do meu irmão. Meu irmão vocês conhecerão ao passar da história, por que ele é muito atendado e inquieto, pior que eu.
Eu sou apaixonada por inventar coisas e escrever maluquices, mas teve um certo dia que passei dos limites.... Vou lhes contar.
Sou apaixonadamente apaixonada pelo Johnny Depp, e também sou casada com ele, só que ele não sabe :). E um certo dia eu resolvi criar um boneco igual a ele... Fui até o escritório/sala de operação/sala de invenções malucas do meu pai, e comecei a criar. Peguei alguns recursos como perna, braço, coisas normais sabe... e montei. Só que meu pai havia colocado uma certa força magnética nessa mesa/sei lá o que de operação, e eu não sabia ai....
CONTINUA .... ;D
Ok, vou começar de novo, só que quieta por que né...
Moro em um castelo, meu nome é Ellie. Meu pai é cientista e minha mãe uma dentista. Moramos em um castelo por que meu pai não é um cientista comum, mas o cientista mais conhecido na cidade, o nome dele é Hélio e ele é o pai mais legal do mundo! Sim, ele realmente é o pai mais legal, ao contrário de minha mãe, ele me ajuda quando preciso e me dá CARINHO DE VERDADE SABE, MEU PAI ME DÁ CARINHOOO ... "CAALA BOCA MENINA ATENTADA" ... kkkk amo atormentar minha mãe. Minha mãe se chama Marie, ela é muito mas muito brava, o que não acho muito normal para uma dentista. Mas cuida super bem de mim e do meu irmão. Meu irmão vocês conhecerão ao passar da história, por que ele é muito atendado e inquieto, pior que eu.
Eu sou apaixonada por inventar coisas e escrever maluquices, mas teve um certo dia que passei dos limites.... Vou lhes contar.
Sou apaixonadamente apaixonada pelo Johnny Depp, e também sou casada com ele, só que ele não sabe :). E um certo dia eu resolvi criar um boneco igual a ele... Fui até o escritório/sala de operação/sala de invenções malucas do meu pai, e comecei a criar. Peguei alguns recursos como perna, braço, coisas normais sabe... e montei. Só que meu pai havia colocado uma certa força magnética nessa mesa/sei lá o que de operação, e eu não sabia ai....
CONTINUA .... ;D
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Castelos, sempre vistos como o lar de reis, rainhas e princesas.... mas será que é sempre assim? Veremos ....
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